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08
Ago

Saiba se seu filho tem dificuldade para enxergar

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Final de janeiro é um período turbulento: enquanto os pais estão correndo contra o tempo, as crianças começam a ficar ansiosas com a volta às aulas.

O ano letivo começa seus 200 dias por agora, e as crianças terão que retomar a rotina diária de estudos: acordar cedo, ir à escola, estudar em casa, dormir e repetir tudo no dia seguinte. Um bom desempenho escolar depende de disciplina e envolvimento dos pais.

Incentivando as crianças

Os estudos têm papel importante no desenvolvimento da criança em um cidadão. Na escola, além das matérias, os pequenos aprendem convívio social e regras, que precisam ser cumpridas.

Quando o horário escolar termina, é normal que a criança se sinta desanimada a continuar os estudos em casa. Por isso, o envolvimento dos pais é essencial para estimular o conhecimento e a vontade de aprender. Além disso, transformar os estudos em uma atividade mais alegre e menos pesada também ajudam.

Um aluno que tem gosto pelos estudos tem um bom rendimento escolar.

Fatores que interferem nos estudos

A ausência de uma rotina de estudos pode atrapalhar bastante um aluno. A retenção do conteúdo passado na escola depende de um reforço nos estudos das matérias também em casa.

O local de estudos da criança também pode interferir no processo de aprendizagem: televisão ligada ou passagem constante de pessoas são prejudiciais para o foco e atenção da criança. E isso se manifestará no desempenho escolar.

E existe um outro fator, quase imperceptível, que pode atrapalhar – e muito – os estudos: a criança pode não estar enxergando bem.

Como saber se seu filho está com dificuldade de enxergar

Nem sempre as crianças conseguem identificar problemas de visão ou sintomas associados. Por isso, os pais podem ficar atentos a alguns sinais não verbais, que podem indicar baixa qualidade de visão. São eles:

  • coçar os olhos com muita frequência;
  • aproximar o rosto ao material de estudo;
  • dispersa a atenção muito rapidamente;
  • mesmo com uma rotina sólida de estudos, apresenta baixo desempenho na escola.

Estes sinais podem ser indicativos de que a criança esteja apresentando algum dos erros refrativos, doenças oculares que atrapalham a visão.

Você conhece os erros refrativos por outros nomes: Miopia, Astigmatismo e Hipermetropia.

Entendendo os erros refrativos

Os erros refrativos são pequenas deficiências oculares que provocam a baixa qualidade da visão.

A Miopia, mais comum dos erros refrativos, é a doença que afeta a visão de longe, e que pode ser provocada pelo tamanho mais alongado do globo ocular ou pelo formato mais curvo da córnea. Por causa disso, as imagens se formam antes de chegar à retina, reduzindo a acuidade visual.

A miopia faz com que o esforço ocular para enxergar objetos a distâncias maiores (como a lousa) seja muito grande, a ponto de a pessoa parecer fechar os olhos. Míopes costumam apresentar sintomas como dores de cabeça, cansaço ocular e aumento no número de piscadas (pestanejamento).

Já a Hipermetropia, ao contrário da Miopia, afeta tanto a visão para longe como para perto – mas é mais forte para objetos a curta distância (visão para perto),  que é essencial para a leitura. Provocada pelo tamanho menor do globo ocular, a Hipermetropia faz com que as imagens se formem em um ponto de foco atrás da retina, deixando-as distorcidas e sem nitidez.

Os sintomas associados à Hipermetropia são dores de cabeça, sensação de peso nos olhos, lacrimejamento, ardor e vermelhidão dos olhos.

O Astigmatismo, por sua vez, é um erro refrativo que prejudica a visão para perto e para longe de forma simultânea, deixando as imagens formadas distorcidas e fora de foco.

A causa do Astigmatismo está associada ao formato da córnea. Uma córnea saudável apresenta uma curvatura leve, que acompanha o contorno do globo ocular, enquanto a córnea astigmata apresenta um formato ovalado e com aumento de curvatura. Este formato faz com que os feixes de luz que passam pela córnea cheguem até a retina em pontos múltiplos, gerando a distorção.

O Astigmatismo raramente acontece sozinho: é comum que ele esteja associado à presença de outros erros refrativos (Miopia ou Hipermetropia). Os sintomas associados ao astigmatismo são fadiga ocular, dor de cabeça, ardor e olho vermelho.

Meu filho apresenta estes sinais. O que fazer?

Os sinais citados são apenas indicativos de que a visão da criança esteja prejudicada, mas o diagnóstico preciso da acuidade visual só pode ser identificado por um oftalmologista especializado. Por isso, ao perceber algum destes sinais, os pais devem levar a criança para um check up ocular.

Para ajudar pais e filhos neste início de ano letivo, preparamos um Guia de Volta às aulas, com dicas e informações importantes para melhorar a saúde ocular e o rendimento das crianças durante o ano letivo. Baixe o conteúdo clicando no link abaixo.

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